Alta hospitalar · Porto e AMP

O momento mais frágil não é a cirurgia. É ir para casa.

A alta entrega um plano. Em casa, alguém tem de o fazer funcionar: um gestor de caso, a equipa e a família. Esta página pode ser enviada tal como está: ondasaude.pt/alta-hospitalar

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Enfermeira em conversa com a pessoa cuidada

As primeiras 72 horas

O que precisa de acontecer quando se chega a casa.

Não é um prazo nosso; é o intervalo em que a família costuma precisar de um plano, de um responsável e de uma primeira visita.

01

Receber a alta

O papel da alta, a medicação e o que o hospital pediu para os próximos dias. Não precisa de ter tudo organizado para nos escrever.

02

Passar o plano do hospital a plano em casa

O gestor de caso lê a alta e escreve o que acontece no domicílio: quem vem, para quê, e o que a família precisa de saber.

03

Quem responde pelo caso

Um gestor de caso identificado, enfermeiro ou médico. Articula com o hospital e o médico assistente, e coordena quem entra em casa.

04

A primeira visita

A avaliação é em casa. O gestor de caso vê a pessoa, o ambiente e a família, com índices clínicos validados, e deixa um plano escrito.

Para quem

Quem costuma precisar desta página.

Famílias no pós-operatório ou em reabilitação, e pessoas que ainda não conseguem ir sozinhas às consultas. Trabalhamos a partir do Porto, com cobertura na área metropolitana.

Pós-operatório

Depois de uma cirurgia, quando o regresso a casa ainda pede vigilância, pensos, dor e mobilidade.

Reabilitação

Quando a fisioterapia ou a terapia da fala têm de começar em casa, e não na fila da consulta.

Ainda sem ir sozinho às consultas

Pessoas que ainda não conseguem ir sozinhas aos pensos, à farmácia ou às consultas, e famílias que não podem estar em casa o dia inteiro.

Porto e área metropolitana

Porto
Matosinhos
Gaia
Maia
Gondomar
Valongo

Com clareza

Em que é diferente de um SAD clássico.

Um serviço de apoio domiciliário típico da Segurança Social centra-se em refeições, lavandaria, higiene e tarefas domésticas. É um apoio social importante. E é outra coisa.

SAD típico

  • Refeições, lavandaria e tarefas de casa
  • Higiene e ajuda nas rotinas
  • Apoio social, sem um responsável clínico pelo caso

Onda Saúde

  • Gestor de caso clínico, enfermeiro ou médico
  • Apoio diário dentro de um plano que se revê
  • Índices clínicos validados e relatório semanal assinado

Não substituímos o SAD, nem o desvalorizamos. Oferecemos coordenação clínica em casa, com presença no dia-a-dia quando o plano o pede: não um ajudante familiar sozinho, sem plano nem relatório.

Perguntas frequentes

O que o serviço social e as famílias perguntam.

Quando devemos escrever-vos?

Assim que souber a data da alta, ou no próprio dia. Quanto mais cedo tivermos a alta e o contexto, mais depressa o plano em casa fica escrito. Respondemos em 24 horas.

Substituem a equipa do hospital?

Não. O hospital continua a ser o serviço que operou ou que acompanhou. Nós recebemos a alta, traduzimos o plano para casa e mantemos a ligação ao médico assistente e ao serviço de origem.

Quem vem a casa primeiro?

O gestor de caso, enfermeiro ou médico. É quem avalia, escreve o plano e decide que apoio diário e que reabilitação entram a seguir.

Em quanto tempo começam?

Respondemos em 24 horas. O passo seguinte é a avaliação em casa e um plano escrito. O ritmo depende da data da alta, da zona e do que o hospital pediu.

Como partilhamos a alta?

Escreva-nos pelo contacto do site. Pode enviar a alta, a lista da medicação e o que o hospital pediu para os próximos dias. Os dados são tratados com confidencialidade, ao abrigo do RGPD.

O passo seguinte

Fale-nos da alta.

Conte-nos a situação, a data e o que o hospital pediu. Respondemos em 24 horas, sem compromisso.

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